DOIS IRMÃOS, DOIS CAMINHOS: O VISIONÁRIO E O REALISTA

 

Ângela Maria Salgueiro Marques - UFMG

 

 

O romance Os Dois Irmãos de Oswaldo França Júnior[1] e o conto “The Brother” de Robert Coover[2] são duas narrativas contemporâneas que abordam a instigante trajetória de dois irmãos e de suas antagônicas maneiras de perceber o mundo. O elemento comum aos dois textos está justamente na divergência do modo como cada irmão se relaciona com a realidade. Enquanto um representa a concretude de um mundo de trabalho, o outro encarna a intuição e põe-se a perseguir os misteriosos sinais apenas captados pelos sonhadores ou escolhidos. Em ambos os textos, a memória sobressai como um componente constituidor da identidade: os traços do que somos e do que fazemos são impressos na memória, uma memória que arquiva fatos vividos em comum e que, acionada, permite a comparação entre nós e o outro.

No conto “The Brother” a personagem principal narra como ajudou seu irmão mais velho a construir um grande barco. Terminada a construção, começa uma forte chuva que inunda tudo, inclusive a fazenda onde o irmão mais novo vive com sua esposa, que está grávida. Desesperado, o irmão mais novo pede ajuda ao mais velho, que já se encontra alojado no grande barco, juntamente com sua família e vários casais de animais. Contudo, o irmão mais velho não responde ao apelo, somente acena em despedida. A partir de então, o irmão mais novo retorna à casa e sobe até o alto de uma colina, esperando pela morte, enquanto vai rememorando as lembranças e tentando entender como seu irmão tinha sabido sobre o dilúvio. O conto termina abruptamente, no momento em que as águas cobrem a colina e o irmão mais novo morre afogado.

A primeira sentença inicia in media res, sem parágrafo, nem letra maiúscula, mostrando que o conto já está sendo construído. Há uma completa liberdade com a sintaxe e a narrativa não aponta para nenhuma ordem lógica. Não há vírgulas nem ponto, e a falta de um ponto final enfatiza a impossibilidade da salvação, bem como reforça o tom aflitivo que domina toda a narrativa. As lembranças do irmão vêm subindo à tona através de um fluxo de consciência (narrado em primeira pessoa) desde o início do conto. O fluxo de consciência coincide com a rapidez do fluxo torrencial das águas. A linguagem coloquial (que inclui até palavrões como, por exemplo: “a damn boat” ou “sonuvabitch”) revela uma subversão do episódio bíblico do dilúvio, pois é uma reescrita derivada do Genesis, 6-9.[3]

Entre as raras palavras com letras maiúsculas destacam-se “God”, “You” e “I”. Esse triângulo aponta para uma alteridade que inclui Deus, pois Ele não é apenas uma verdade única no topo da pirâmide, ele é a essência. Mas uma essência que só pode ser interpretada pela única personagem escolhida para salvar a humanidade: esse irmão mais velho que trabalha na construção de um barco, ajudado pelo irmão mais novo, e é o único que sabe sobre o dilúvio. O impropério lançado pelo irmão, “GODdamn YOU” (p. 97), evidencia a importância do pacto existente entre Deus e o irmão mais velho, uma vez que, ao ser excluído (o irmão mais novo, “I”) do projeto de salvação, a aliança se transforma em um pacto injusto. Aos olhos do leitor, portanto, torna-se difícil não ter simpatia por esse irmão mais novo.

Segundo Delzi Laranjeira, existem várias possibilidades de ressaltar a divergência da narrativa bíblica em “The Brother”:

 

uma delas é o uso que o autor faz da linguagem e da técnica narrativa, as quais revelam uma radical discrepância entre os dois textos. Outra possibilidade parte da premissa que “O irmão” seria uma profanação da Bíblia, no sentido de que o conto reinterpreta ou coloca em segundo plano o caráter sagrado das escrituras, trazendo à luz o aspecto humano da história. (...) Outro aspecto do conto que contribui para enfatizar a subversão é o uso da ironia, pois há um questionamento sobre o caráter sagrado e religioso da narrativa bíblica. (...) Outra possibilidade seria uma leitura semiótica, de acordo com a teoria peirceiana de signos. Dentro desse contexto, o suposto caráter subversivo do conto deriva dos diferentes interpretantes em relação à Bíblia que a história, enquanto um sistema de signos, habilita seus interpretadores a criar.[4]

 

A indiferença desse irmão mais velho, em sua obsessão para construir um barco, cujos sinais anteriormente revelados não foram compartilhados com o irmão mais novo pode também ser encontrada no romance Os Dois Irmãos, de Oswaldo França Júnior, que desenvolve a mesma temática ao explorar o conflito entre duas personagens centrais que se chamam simplesmente o homem e o irmão. As personagens principais são anônimas: o homem, o irmão, a mulher do homem. Apenas a mulher do irmão possui nome: Maria. O homem parece ser o mais velho dos dois irmãos. Após a morte do pai, ele reflete sobre o tempo em que viveu separado do irmão e se empenha para estabelecer uma reaproximação. O irmão vive sonhando com ouro e pedras preciosas, vive sempre em busca de uma miragem, a perseguir todos os sinais e indícios à procura de veios de ouro. O homem tenta, incansavelmente, dissuadi-lo a abandonar essa aventura infrutífera: “Para que todo este esforço? Outros já procuraram por aqui e desistiram” (p. 10). Mas o irmão continua indiferente e persiste em sua idéia fixa: “Lutando um dia inteiro contra a correnteza para amarrar em cima da água duas tábuas e um feixe de paus” (p. 10).

A tentativa para convencer o irmão a voltar à realidade da vida, a se preocupar com as necessidades mais prementes de sua família é o fio condutor da narrativa. Em cada visita ao irmão, o homem depara com um mundo completamente diverso do seu: o irmão não ouve seus conselhos, ao passo que dá a maior atenção às estórias doidas dos doidos. A técnica de reduplicação através da presença do espelho, mise-en-abyme[5], é bastante explorada pelo narrador, pois as várias estórias contadas por outras personagens secundárias se encaixam na narrativa principal e permitem ao homem adentrar nesse mundo insólito do irmão. Mas o homem desabafa com a mulher: “Com muitos ele conversa. Com muitos ele troca idéias. Mas comigo ele quase não fala. Ouve coisas sem sentido dos outros e não escuta o que eu digo.” (p. 27) Essas “coisas sem sentido dos outros” é que vão entremeando a narrativa, destacando-se os comentários que não se tornam possíveis através do diálogo com o irmão. A maioria das personagens que fazem parte da vida do irmão tem nomes e suas micro-histórias nos levam a perceber os dois níveis da narrativa que se misturam no texto: o que o homem vê e ouve nessas breves e freqüentes visitas ao irmão e o que depois comenta com a mulher.

Da mesma forma, o irmão, em “The brother”, comenta com sua esposa sobre as loucuras do irmão mais velho, principalmente sobre a recolha dos casais de animais. A esposa fica surpresa diante de tamanho desvario e pergunta ao marido se lá havia porcos, gralhas, piolhos e, ironicamente, ainda sugere que ele leve de presente ao irmão mais velho um casal de cupins. A ironia da esposa do irmão contrasta com a atitude da esposa do irmão mais velho, identificada apenas como “the old lady”, que não confia nele e o critica o tempo todo, chamando-o de caduco e questionando-o durante seis meses: “where does he think he’s sailin to...” (p. 94). Mas acaba finalmente embarcando, quando não vê outra alternativa.

A atitude das esposas no romance Os dois irmãos difere das do conto. Maria, esposa do irmão, aceita passivamente a vida errante do marido, chegando ao ponto de cozinhar para os garimpeiros em uma das ocasiões em que o marido se juntou a outros à procura de pedras preciosas. A mulher do homem, por sua vez, ouve atentamente o relato das visitas empreendidas pelo marido e dialoga com ele sobre os casos ouvidos durante as visitas, enquanto tentava estabelecer um diálogo com o irmão. Ela é quase uma consciência crítica, mas suas observações não revelam uma posição deliberadamente marcada contra o comportamento do cunhado.

No conto de Robert Coover, a memória sob o ponto de vista do afogado irrompe como um dilúvio de justaposição de imagens que emergem com a mesma rapidez do fluxo das águas que vêm subindo e a tudo inundando. Por outro lado, a memória do homem, no romance de Oswaldo França Júnior, é cuidadosamente trabalhada, remexida em suas várias possibilidades para trazer de volta aquele irmão de uma infância compartilhada, mas irrecuperavelmente perdida. O trabalho de vasculhar essa memória se assemelha ao esforço incansável do irmão no garimpo. Esse processo de faiscação[6], ou seja, procurar faíscas de ouro, ou procurar diamantes, em terras já anteriormente lavradas, também pode ser comparado ao trabalho de pesquisa ou investigação da memória. Esse trabalho foi assim definido por Vera Lúcia Felício Pereira:

 

O irmão, de Os dois irmãos, é garimpeiro e trabalha o regaço da terra, explorando e mergulhando em seus buracos. O homem-narrador é o contador de estórias, minerando em suas lembranças mais profundas uma narrativa de ritmo vacilante, torturada, quase um gaguejar. Parece-nos que o homem escava no significante, repetidos reiteradamente no seu discurso a amplitude necessária à superação de seus impasses. Escava linguagens em busca de seu próprio significado.[7]

 

Nesse minerar melancólico, de tentar levantar lembranças ocultas da infância, vale destacar dois fragmentos evocados pelo homem. Um deles é a história de um pássaro que haviam escutado quando meninos, cujo final eles desconheciam, pois a pessoa que lhes contara deixou a parte final para a noite seguinte. Mas faltou à promessa e não foi à casa deles na noite seguinte. Essa lembrança era viva para o irmão “e o homem pensou que talvez ali aparecesse o elo que faltava para que voltassem a se entender.” (p.26) Tentativa frustrada, pois o homem viu o irmão tornar-se outra vez distante, uma vez que faltava esse ponto final. É importante relembrar, aqui, a inexistência de um ponto final no conto “The brother”.

Em outra ocasião, narrada no capítulo XVII, o homem encontrou seu irmão trabalhando na encosta que havia por trás da igreja e perguntou-lhe se ele se lembrava de ter ajudado uma velha a carregar escoras para sua casa. Ela se chamava Noelma. Ele responde que se lembrava da velha, mas não de ter ajudado a carregar paus para sua casa. O homem disse então que todos os meninos tinham medo dela porque diziam que ela conversava com o vento. Em seguida, o homem o interroga se ele se lembrava de quando na chuva tentava colocar os pés nas marcas que os sapatos do pai deixavam na frente da porta. E o irmão responde: “– Das marcas que os sapatos de nosso pai deixavam no chão, eu me lembro. E de ter vindo ajudar a velha Noelma, eu não me lembro.” (p. 122) Esses dois episódios são uma amostra significativa para ilustrar como o trabalho de evocação da memória tem seus caminhos peculiares e individuais. Dois irmãos, dois caminhos, duas visões diferentes da vida. Em “The brother”, a memória do irmão traz à tona as lembranças do estranho comportamento do irmão mais velho a construir “the damn boat”, enquanto as águas vêm subindo com a mesma rapidez que o fluxo de lembranças. No romance, o fato de se resgatar as lembranças da infância é uma forma de se tentar travar um diálogo com o irmão, para descongelar o distanciamento em que viviam até a morte do pai.

Como já foi enfatizado por Delzi Laranjeira, “The brother” é a reescrita de uma passagem bíblica, que subverte seu sentido original. Uma das características da literatura pós-moderna é aqui encontrada, pois o conto apresenta novas maneiras de ler textos considerados “fechados” em termos de sentido e interpretação. Desse modo, o processo de faiscação pode ser mais uma vez retomado e aplicado em três terrenos diferentes. O primeiro seria a revisitação dos episódios bíblicos, ambos contidos no Genesis: o dilúvio, com relação ao conto e a história de Esaú e Jacó, a qual poderia ser associada ao romance, já que encerra duas formas antagônicas de temperamentos. O segundo aponta para o retorno ao terreno da infância, através da rememoração empreendida pelo homem, para se tentar uma forma de resgatar o elo perdido e, no conto, a recapitulação acelerada, que precede à morte, dos vestígios e fragmentos de uma vivência pouco compartilhada. E, por fim, o processo de recontar às esposas: as estórias ouvidas pelo homem durante as visitas ao irmão e seu estranho comportamento e, no conto, as impressões do irmão sobre o irmão mais velho no seu afã de construir aquele “damn boat”.

O tempo e o espaço em Os dois irmãos não possuem contornos definidos: o tempo pode ser hoje e o espaço Minas Gerais. É uma região de mineração e os lugares nomeados, reais ou não, dão ao romance um sentido universalizante. Segundo a Profª Melânia Silva de Aguiar,

 

a região é, pois, insinuada e poderia ser apontada como a da infância do autor, zona de garimpo e de sempre-vivas. Entretanto, ela é apenas o pano-de-fundo para o desenvolvimento da história ou melhor, das histórias diversas (impressionantemente variadas) que se conjugam na obra para criar um clima original e único, de um primitivismo, dir-se-ia, bíblico. A estória dentro da estória, o caso dentro do caso, não têm aliás outra função a não ser esta de criar uma atmosfera, por mais que nos questionemos em vários passos sobre a intenção ou valor simbólico de certas passagens.[8]

 

Outra observação também apontada pela Profª Melânia Aguiar é “a mudança de linguagem, mais bíblica e metafórica que marcou o lançamento de Os dois irmãos, em comparação com os romances anteriores”.[9] Desse modo, o romance se assemelha a uma parábola sobre dois homens: um realista e outro sonhador, um homem comum e um quixotesco. No conto, o irmão pode ser tomado como protótipo do homem comum, porque vê com olhos práticos as necessidades mais urgentes da vida. Por exemplo, ao terminar a construção do barco, recolhe um pouco da madeira restante e leva para casa. Com ela constrói o berço de seu futuro filho. Para ele, isso era uma atividade concreta, útil e necessária, bem diferente do sonho louco do irmão mais velho. No empenho de construir um objeto concreto e utilitário para sua família o irmão aproveita as sobras do grande projeto do qual havia sido excluído.

Ainda sobre a parábola, cumpre acrescentar a visão crítica de dois outros ensaios que também corroboram essa possibilidade de uma releitura bíblica. John Parker elogia a “simplificação estrutural e lingüística” desse romance ao afirmar: “É dada à língua uma simplicidade levemente formal pelo uso de uma estrutura quase que bíblica, polissíndética e coordenativa, pela substituição dos nomes socialmente definidos com títulos genéricos – o homem, o irmão, etc... – que sugere o status exemplar da parábola.”[10]

Fábio Lucas, por sua vez, relembra a “concepção platônica das duas metades da laranja e o episódio bíblico de Esaú e Jacó, contido no Genesis”, ao evocar o “mito da dualidade básica da alma humana ou do antagonismo dos temperamentos”, presente no romance, acrescentando-lhe, ainda, uma característica alegórica:

 

Os dois irmãos formam, assim, uma alegoria. Nesta, como sabemos, oculta-se uma abstração por detrás de imagens concretas. Os caracteres são personificações de qualidades ideais, enquanto a ação narrativa que forma a alegoria projeta as relações entre as qualidades personificadas. Assim, a narrativa alegórica remete para um significado subjacente, por vezes uma constante da espécie humana, uma abstração universal, uma idéia. A alegoria realiza no plano estrutural aquilo que o símbolo opera em nível lexical ou frásico. Etimologicamente ela equivale ao discurso que faz entender outro. Nas palavras trasladadas, pode-se ler um sentido literal e um, digamos, intelectual, evocador de outra verdade mais profunda ou intencional. O romancista chegou a aproximar-se da parábola, mas o titular da fala, em seu discurso narrativo, guardou certo distanciamento ou imparcialidade que não favorece extrair-se uma lição ética do texto. Na parábola, como é sabido, o enredo não é desenvolvido para seu próprio interesse, antes para reforçar uma convicção moral. Mas há um tom parabólico no modo de narrar em Os dois irmãos, uma reminiscência do estilo bíblico a que aludimos ao comentar Um dia no Rio [1969, terceiro romance de Oswaldo França Jr.].[11]

 

Diante das observações mencionadas, pode-se perceber que todos são unânimes em confirmar o aspecto bíblico do romance. Nesse sentido, guardadas as diferenças com o conto de Robert Coover, na verdade, o que os aproxima é exatamente essa perplexidade sombria a que chegamos ao final de cada um dos textos. “The brother”, ou “the other” (o próprio título do conto já indica a outra pessoa que não é nomeada e, no entanto, encerra em seu próprio significante esse outro que não dá pistas fáceis para seu significado), bem como o romance Os dois irmãos apontam para a conflitiva construção da identidade subjetiva que é impossível de ser representada desconectada desse outro. Isso pode ser comprovado pelas próprias palavras de Oswaldo França Júnior quando, questionado sobre a construção do romance, em uma entrevista concedida a Patrícia Carvalho e Vivina de Assis Viana, em 1984, afirmou:

 

Foi feito porque eu queria fazer uma estória mostrando, em primeiro lugar, que a gente não consegue voltar as costas, ignorar os outros seres humanos. O que anda acontecendo com a humanidade, em qualquer parte, nos afeta; então não adianta você estar bem e ignorar o seu semelhante que estiver mal, em qualquer lugar que ele esteja. Em segundo lugar, queria mostrar que a personalidade de cada pessoa é característica dela, e independe inclusive do meio onde foi criada, das pessoas com quem conviveu. Então escrevi sobre dois irmãos, nascidos e criados na mesma família até determinada idade, e que têm um enfoque diante da vida inteiramente diferente. Fiz a estória do desencontro dos dois irmãos.[12]

 

Por causa desse desencontro, uma sensação de desconforto aflora ao final da leitura de ambas as obras que, coincidentemente, foram escritas quase na mesma época: nos anos sessenta e setenta de nosso século.            As últimas palavras do conto “the way she was” podem ser colocadas junto com as primeiras “right there right there” (repetidas propositalmente). Esse artifício, portanto, indica uma circularidade que sugere a releitura interminável do caráter enigmático do conto: por que o irmão mais velho não salvou o irmão? Enigma também insolúvel para o homem, pois em sua última visita, ao voltar para casa, “vindo da encosta por trás da igreja, o homem pensou em si e no irmão. Viu como seus caminhos haviam sido sempre tão diferentes e como nunca chegariam realmente a se encontrar. E ele disse: – Deus, o que eu faço para esquecer o meu irmão? (p. 131).



[1] Oswaldo FRANÇA JÚNIOR. Os dois irmãos. Rio de Janeiro: Rocco, 1976.

[2] Robert COOVER. The brother. In: Pricksongs & Descants. New York: New American Library, 1970. p. 93-98.

[3]Bíblia Sagrada. São Paulo: Editora Ave Maria, 1987. 58. ed. p. 53-57.

[4] Delzi Alves LARANJEIRA. Robert Coover’s mythopoea: the Bible revisited.Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais, 1997. (Dissertação, Mestrado em Literaturas de Expressão Inglesa), p. 85-86. Tradução minha.

[5] Cf. Lucien DALLËNBACH. Le récit spéculaire. Paris: Seuil, 1977.

[6] Alexandre de Oliveira VENTURA. Cultura e História. São Paulo: Programa de Estudos de Pós-Graduação em História. PUC/SP, 1997. (Notas de aula).

[7] Vera Lúcia Felício PEREIRA. Garimpo de desejos: escavação de sentido na linguagem de Os dois irmãos. Revista Literária do Corpo Discente da Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte, Faculdade de Letras/UFMG, n. 22, p. 105-117, dez.1989/jan.1990.

[8] Melânia Silva de AGUIAR. O novo realismo de França Jr. In: Minas Gerais. Belo Horizonte, 17 jul. 1976. Suplemento Literário, p. 2.

[9] Melânia Silva de AGUIAR apud Vitória NEVES. França Júnior um ano depois do último vôo. Estado de Minas, 10 jun. 1990. Segunda Seção.

[10] John M. PARKER. Itinerário ficcional de Oswaldo França Jr. Trad. Valéria Tanaka. In: Minas Gerais, 04 mai. 1991. Suplemento Literário, p. 14-17. Número especial.

[11] Fábio LUCAS. Evocações de Oswaldo França Jr. In: Minas Gerais, 04 mai. 1991. Suplemento Literário, p. 4-5. Número especial.

[12] Oswaldo FRANÇA JÚNIOR apud Melânia Silva de AGUIAR. A consciência literária. In: Palavra, Belo Horizonte, n. 3, p. 80-81, jun. 1999.